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Burger King é processado por discriminação religiosa, jovem é impedida de trabalhar de saia

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Ashanti McShan, uma jovem de 17 anos do Texas, Estados Unidos, está processando a rede de lanchonetes Burger King por discriminação religiosa. A jovem afirma ter sido demitida no seu primeiro dia de emprego, por se recusar a usar calça. Durante a entrevista para vaga no Burger King, Ashanti que é cristã pentecostal, disse que sua crença religiosa proíbe as mulheres de usar calças, e por este motivo usaria saia para trabalhar. O entrevistador, de acordo com o processo, assegurou que Ashanti poderia usar uma saia para trabalhar, mas quando ela chegou para orientação no dia seguinte, outro gestor da loja disse que ela só poderia trabalhar com a calça do uniforme da rede de lanches, pedindo para jovem sair da loja. Ashanti ainda tentou falar com o gestor que a entrevistou inicialmente, mas empresa nunca a chamou de volta.

De acordo com o advogado da jovem, Meaghan Shepard, o fato privou Ashanti de igual oportunidade de emprego por causa de suas crenças e práticas religiosas, caso de violação a Lei de Direitos Civis de 1964, que proíbe a discriminação religiosa no local de trabalho.

“Quando se trata de discriminação racial ou de assédio sexual, “muitas vezes há simples maldade ou raiva,” diz Meaghan.”Mas, em casos religiosos muitas vezes é ignorância pura e simples do que a outra pessoa acredita”, acrescentou.

A jovem Ashanti faz parte da denominação cristã pentecostal, cujos membros aderem diretrizes do Antigo Testamento, registrada em de Deuteronômio 22:5 que diz: "A mulher não deve vestir roupas masculinas, nem roupa de uma mulher homem de desgaste, pois o Senhor teu Deus detesta qualquer um que faz isso”. Membros deste segmento religioso aplicam a orientação de forma literal, dizendo que as mulheres não devem usar calças e também não deve cortar o cabelo, para distinguir a aparência dos homens.

De acordo com o The Washington Times, a solicitação por exceção de vestimenta é o segundo pedido mais comum que os funcionários religiosos fazem, ficando atrás apenas dos pedidos de dispensa para celebração de feriados religiosos. Segundo o site Mail Online o Burger King, a segunda maior cadeia de hambúrgueres dos EUA, não apresentou nenhum comentário sobre a ação movida contra a franquia.

Fonte: The Christian Post | Divulgação: Midia Gospel