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O pastor de tempo integral e o ministério pastoral

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{japopup type="image" content="http://www.midiagospel.com.br/http://www.midiagospel.com.br/images/stories/geral/objetos/relogio/relogio-01.jpg" title="" group="group"} Gospel o melhor da WEB O pastor de tempo integral e o ministério pastoral. Estudos Biblicos {/japopup}

A Igreja, a crise institucional, o pastor de tempo integral e a política secular.

Vivemos num tempo muito confuso. Em nenhuma época da história se viu tanta agitação  em todas as áreas da esfera social. Vivemos tempo de intensas crises institucionais afetando de uma forma direta o cidadão gerando distúrbios sociais que os sociólogos denominam de  “fadiga institucional”.

Há  um cansaço nas grandes instituições, gerando uma fobia e desalento no coração das pessoas que dependem delas para viver; há um visível fracasso dessas instituições sociais, pois elas não estão cumprindo com eficácia a sua missão social (A motivação e a segurança de quem dela depende para sustentar suas familias).

Esse processo tem se avolumado nessa década. A igreja como instituição divina, brota da revelação, mas é também uma instituição humana (uma pessoa Jurídica, uma associação sem fins lucrativos) E têm uma missão fundamental nesses tempos de crises sem, no entanto ser afetada pela crise no seu aspecto humano, pois centenas de famílias dependem dela como instituição terrena, nesse caso, os pastores de tempo integral que sustentam suas famílias através dela... Nada contra o subsidio pastoral, o apóstolo Paulo disse que obreiro é digno de seu salário.

I Corintios 9:14

A grande pergunta que nos inquieta a todos é a seguinte: Qual é a missão da igreja como instituição terrena nesse contexto social aflitivo? Onde impera a desordem e o caos social, ela tem que ser voz profética, por um lado através de seus porta voz os pastores como instituição divina deve  orientar o povo e ensinar a palavra de Deus e encontrar a resposta para as crises existenciais, aliviando o cansaço   daqueles que são vitimas de um sistema adoecido, nesse caso, as famílias que freqüentam os cultos (Mateus 11:28)

Por senso de missão, a igreja.  tem que denunciar os desmandos de uma liderança política abusiva e errada;há  de ser voz profética; o seu interesse maior deve ser  o reino de Deus e suas prioridades, a verdade do evangelho  no contexto social. A igreja nesse contexto tem que assumir o papel social de ser o sal da terra, a luz do mundo.

Como evitar que essa “fadiga institucional” afete a instituição igreja “em seu aspecto humano”?

Como instituição divina, apesar das ambigüidades humanas, ela tem que ser igreja no meio do caos, como voz profética, combatendo a inércia do povo e ao mesmo tempo combatendo a corrupção no meio político, denunciando os desmandos e o pecado que permeia na sociedade, que produz o cansaço nas instituições. Ela não pode sofrer as conseqüências desses desatinos e perder o foco de sua missão”.

Devemos nos posicionar dentro dos seguintes temas que envolvem diretamente a igreja como instituição divina, mas que também é de composição humana sendo também uma instituição terrena.

Consideremos o Nascedouro da igreja, no seu aspecto divino como ela surgiu e a forma como se institucionalizou neste mundo.

A primeira referência de Jesus sobre a igreja no seu aspecto divino, foi quando ele se dirigia a Jerusalém a caminho de Cesárea, a região mais paganizada de Israel. Lá se estabeleceram os seleucidas, descendentes dos Persas.

Por cerca de um século depois da época de Neemias, o império Persa exerceu controle sobre a Judéia. O período foi relativamente tranqüilo, pois os persas permitiam aos judeus o livre exercício de suas instituições religiosas.

A Judéia era dirigida pelos sacerdotes, que prestavam contas ao governo persa, fato que, ao mesmo tempo, permitiu aos judeus uma boa medida de autonomia e rebaixou o sacerdócio a uma função política. Inveja, intriga e até mesmo assassinato tiveram seu papel nas disputas pela honra de ocupar o sumo sacerdócio. Joanã, filho de Joiada (Ne 12.22), é conhecido por ter assassinado o próprio irmão, Josué, no recinto do templo.

A geração que precedera esse histórico de armações e esquemas políticos prevalecera e se instituiu a cultura pagã no meio dos judeus que habitavam ali. Entre tantas seitas no decorrer da ocupação de reinos, com a mistura do paganismo grego vieram os herodianos, daí o nome Cesárea de Felipe, pois Herodes deixara aquela região para um de seus sobrinhos.

Os herodianos criam que os melhores interesses do judaísmo estavam na cooperação com os romanos. Seu nome foi tirado de Herodes, o Grande, que procurou romanizar a Palestina em sua época.

Os herodianos eram mais um partido político que uma seita religiosa. E é nesse cenário geográfico e cultural, no meio de um povo sem verdadeiras raízes judaicas é que Jesus faz a sua primeira referencia sobre a igreja; os moradores daquela região assimilaram uma cultura de que o sagrado deveria sempre estar diretamente envolvido em esquemas políticos.

Quando Jesus chegou à Cesárea de Felipe, interrogou os seus discípulos acerca do que os homens diziam Dele, quem Ele era. (Mateus 16) Os seus discípulos disseram que uns diziam que era João Batista, outros Elias, e outros Jeremias. Então Jesus perguntou aos seus discípulos: "E vós, quem dizeis que eu sou?". Então lhe respondeu Simão Pedro: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo". Então Jesus lhe disse: "Bem-aventurado és tu, Simão Bar Jonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus”.

Mateus 16.13-17.

Depois disto Jesus ainda disse a Pedro: ... “Pois também eu te digo que tu és Pedro, (petros-Definição grega, pequeno pedregulho) e sobre esta Pedra (referindo se a Si mesmo “Petra-Definição grega, Pedra grande que consolida”.) edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela". Jesus chamou Simão de “pedra”, e Ele mesmo também de “Pedra”. Jesus em muitos lugares das Escrituras é chamado de “Pedra”: para se cumprir a profecia de Daniel "Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre, da maneira que viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro; o grande Deus fez saber ao rei o que há de ser depois disto. Certo são o sonho, e fiel a sua interpretação”.

Daniel 2.44-45.

Por mais que nós evangélicos não aceitemos essa questão de Pedro ser pedra, ele também o é na construção desse grande edifício espiritual que é a igreja. Veja sua afirmação sobre essa posição “... vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecerdes sacrifício espiritual agradáveis a Deus por Jesus Cristo”.

I Pedro 2:5

Não foi a toa que Jesus fez sua primeira referência sobre a igreja a caminho de Cesárea. Essa foi à região mais paganizada de Israel, dali surge à revelação a igreja (Iklesia) )(tirados para fora) ; há de ser igreja no meio do paganismo; há ser luz para iluminar os povos; há de ser igreja no meio de esquemas corrompidos e mundanos, mas não se fundirá a isso... Está acima disso, será a voz a ser ouvida sem contaminar-se com isso. Portanto, a igreja brota da revelação divina, mas é de composição humana e tem que viver com essas ambigüidades sem, no entanto mesclar-se nisso. Portanto a igreja tem um papel fundamental nesse tempo da graça, nessa atual dispensação. Ela há de sobreviver como igreja em sua missão de transmitir integralmente a Palavra de Deus, (revelação divina) em meio ao paganismo e ao caos social que ai se instalou e ser fonte motivadora para tirar o homem do pecado e das conseqüências decorrentes disso.

A igreja brota da revelação, mas é de composição humana, assim sendo, ela necessita que seus pastores se dediquem em tempo integral  a esse mister sagrado. Que seus pastores que a defendam em tempo integral. Que proclamem o evangelho, e  estejam 100% comprometidos com a fonte da revelação para transmitir com eficácia a mensagem deo evangelho, isso porque, ela (a igreja), representa o reino de Deus na terra. Em outro aspecto que precisamos entender é sobre o reino de DEUS. Ele (O reino de DEUS) não é deste mundo; e esse reino não está entre nós com visível aparência, visto que está em nós. No Evangelho de Lucas o SENHOR JESUS disse: “... Porque o reino de DEUS está dentro de vós” – (Lc 17.21).

Se estiver dentro de nós significa que o reino precisa estar de uma forma completa, impregnando a nossa vida. Deve ser a nossa respiração, a nossa fonte maior de motivação. O reino deste mundo oferece outros valores, outra mentalidade

Isso nos leva o um segundo aspecto onde devemos fazer uma profunda avaliação da missão pastoral com relação à função nela exercida, no  caso, o ministério pastoral em tempo integral e suas implicações e a qualidade desse tempo que se dedica a ela. Em outro aspecto também importante o  tempo que se dedica à política secular ( especificamente um cargo publico). Pois tanto um como o outro exige-se uma completa entrega e absorção total.

O interesse do reino de Deus vem na contra mão da história. Quem anda na contra mão vai se chocar com alguém. E isso que verdadeira igreja tem feito durante todo o tempo que vem pregando a mensagem do evangelho durante os séculos desde que ela surgiu no cenário histórico.

Está se chocando contra os falsos valores que permeiam este mundo;  e é inevitável o confronto. Portanto, vamos avaliar o seguinte:

Os pastores em tempo integral, cujas funções está  em cuidar do bem estar do  povo de Deus nos seus  múltiplos aspectos ( a vida espiritual da comunidade ensinando os princípios do evangelho que é sua missão prioritária, orientando seus membros membros a sobreviver à fadiga institucional provocada pelo pecado) e alimentar o povo de Deus com a revelação da palavra, pregando e preservando a saúde emocional e espiritual das ovelhas, cultivando e aplicando os valores do reino de Deus na vida familiar.

Portanto, os pastores que estão em tempo integral devem estar absorvidos com a mensagem do reino de Deus, e com a  fonte de alimento, (Palavra de Deus) ,que daí brota a revelação.

Não sou contra a política secular na igreja. Homens como Daniel, Esdras Neemias, Isaias entre outros, foram de suma importância no contexto da história bíblica e cumpriram fielmente sua missão profética e política. Eles eram profetas e estadistas, e viveram em outro contexto histórico, e não pastoreavam igrejas, pois nesse tempo ela não existia, era uma figura profética.

Pode um pastor de tempo integral assumir cargos públicos e ser eficaz nesse mister;qual a opinião de Paulo a respeito disso?E essa é a opinião dele quando se reportava a Timóteo a seguinte advertência. “Ninguém que milita se embaraça com negócio desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra. E se alguém também milita, não é coroado se não militar legitimamente”. II Timóteo 2:5-6.

Há na igreja local pessoas chamadas e vocacionadas para exercer a política secular, dando uma excelente contribuição, até mesmo para lutar pelos interesses da instituição no seu aspecto humano, não no seu aspecto divino. A igreja como corpo de Cristo não precisa de advogados, Jesus é o Senhor da igreja e ele é suficientemente capaz de defende-La mesmo diante das mais severas perseguições (as portas do inferno não prevalecerão contra a igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo). A história comprova esse fato.

Ação Social e cidadania-Uma missão especifica da igreja, através de pessoas vocacionadas para esse mister.

Na verdade, não vejo nenhum problema de estarmos envolvidos com as questões sociais desse mundo. O grande problema é quando isso ocupa o lugar do ministério pastoral para aqueles que dedicam o tempo integral e dele recebem seus  salários. Creio que temos muita gente dentro do púlpito e fora do púlpito realmente vocacionada para essa missão, mas porque que então alguém assim não se dedica a uma coisa única e não as duas? A missão pastoral exige um engajamento e um comprometimento profundo com a revelação da palavra de Deus, para tratar a saúde emocional do povo de Deus, além do mais a instituição os paga para isso, em alguns casos, recebem excelente remuneração.  Para isso o pastor em tempo integral exerce o ministério da Palavra e ganha para isso. Os apóstolos no inicio da igreja em Jerusalém chegaram a essa conclusão, pois resolveram escolher diáconos para ajudar socialmente o povo em suas necessidades físicas. “E os doze, convocando a multidão dos discípulos disseram: Não é razoável que nos deixemos à palavra de Deus e sirvamos as mesas. Escolhei, pois irmãos, dentre vós, sete varões de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre esse importante negócio”,

Atos 6:2-4.

Muitos pastores possuem uma vocação para esse tipo de causa. E exercem com muita seriedade e integridade, mas então, que se dediquem a isso de forma integral e deixem o púlpito, e permaneçam na vocação e no dom que receberam. O apóstolo Paulo recomenda exatamente isso:

“Tendo, porém diferentes dons segundo a graça que nos foi dada: se profecia, seja segundo a proporção da fé; se ministério. Dediquemo-nos ao ministério; ou o que ensina esmerece-no fazê-lo; ou o que exorta faça-o com dedicação; o que contribui, com liberalidade; o que preside, com diligencia; quem exerce misericórdia, com alegria.” Romanos 12:3-8.

Ou deixem o púlpito e abrace a tribuna como vocação. A tribuna é fria no seu aspecto pragmático da lógica humana, o púlpito é quente na revelação da palavra de Deus. Temo que o calor do púlpito com a frieza da tribuna deixe morno para quem realmente é vocacionado para o ministério pastoral. Jesus disse a igreja de Laodicéia em uma das cartas dirigidas à igreja do tempo do fim, isso porque creio que vivemos a época de Mornidão espiritual, o ultimo estágio da igreja na terra, veja essa clara advertência.

““... Conheço as tuas obras, que nem és quente e nem frio. Quem me dera fosses frio ou quente! “Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te de minha boca;...” Apocalipse 3: 16.

Repito; e que fique claro; quem tem vocação política que use a tribuna com sabedoria para criar leis e negociações que exige a arte de fazer política com sabedoria de Deus ..

Uma pessoa correta, que vai defender o interesse de toda comunidade que votou nele, não apenas um segmento dessa sociedade, criando leis e aprovando no legislativo para que o executivo as cumpra em beneficio do bem estar comum. (penso que deve ser assim). Portanto o político  é muito bem remunerado e  assessorado para se dedicar de tempo integral; não é um trabalho voluntário.

Uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa, Portanto, quem se utiliza do púlpito para alimentar o rebanho de Deus e se dedica em tempo integral, é pago pela comunidade para esse fim, deve se dedicar ao calor do altar e manter a chama viva com as coisas do alto (Colossenses 3:1) Isso porque ser político é uma vocação, além do mais, recebe remuneração para exercer essa função, e são pagos muito bem devido às responsabilidades implícitas no cargo publico.

O pastor em tempo integral, também é pago (em alguns casos muito bem... em outros casos... nem sempre, mas enfim... recebem para isso, porque o ministério pastoral antes de ser uma profissão é uma vocação. O ministério pastoral é um cargo que deve ser exercido pelo amor do serviço ao reino de Deus.

A verdade é que um pastor em tempo integral recebe um subsidio  da igreja para se dedicar em tempo integral a ela. Teria ele tempo para aquecer o altar com a chama da revelação? Visitar seus membros? Orar com eles? Ser o padrão dos fiéis no trato na fé e na pureza? Teria ele tempo para buscar orientação para o seu rebanho nos tempos de crises? Orientar da forma bíblica as grandes questões sociais de geram o cansaço nas instituições? Dar força ao cansado? Sarar as feridas emocionais de sua congregação? Com todas as funções pastorais tais como; batismo, oficio fúnebres, casamentos, mesmo assim ocupar uma tribuna no legislativo?

E a tribuna?

Teria que compor com partidos, fazer negociações para as emendas, ser imparcial para um bem estar conjunto da sociedade que o representa. Visitar as suas bases de apoio, participar de comissões especiais quando assim o seu partido o convocar apresentar projetos de leis que beneficiem a sociedade como um todo sendo imparcial em seus projetos, participar de eventos, ouvir sua base nas convenções do partido, se envolver com eleições publicas, vigiar muito para não cair em armações políticas que visem o beneficio próprio à custa do dinheiro publico, Preparar-se para as correrias de uma eleição que termina o cargo eletivo começam as eleições dos cargos  do Estadual e Nacional e quer queira ou não o político  não pode estar alienado dessas questões.

Parece-me um contra-senso, não fazer nem uma coisa e nem outra como deveria por uma questão de prioridades que cada oficio exige.

Não seria mais eficaz a igreja em ser pastor Em Tempo integral? Não beneficiaria muito mais o seu povo, em vez de se mesclar com outros assuntos? Não Estaria como pastor sendo muito mais útil ao seu povo, já quem decide é o próprio povo nas eleições majoritárias na escolha dos candidatos ao cargo publico? Pensando nisso, nenhum membro de igreja num  bom senso comum, observando criteriosamente por esse ângulo, votaria em um pastor em tempo integral, mas isso não o impede que a igreja indique homens sérios e vocacionados em sua membresia vocacionados para fins politicos de se candidatarem a cargos públicos. É função pastoral pedir  orientação a Deus para escolher homens de Deus vocacionados para a política secular para serem eleitos pela igreja  para  representarem bem os interesses da comunidade perante a sociedade no legislativo e quiçá no executivo.

Estar fazendo ambas as coisas, sem querer julgar ninguém, isso me cheira ganância e desejo de poder, e  ambição descomedida, e fazer isso em homem de Deus é mais vergonhoso alem de tudo isso é escandaloso.

“Pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos de rebanho.” I Pedro 5:2.

O Pastor de tempo integral, além do critério de ser chamado e vocacionado para o ministério pastoral,  tem o dever  por uma questão de bom senso e ética e respeito por aqueles que pagam seus subsídios pastorais de exercer bem o seu ministério, isso sem falar as responsabilidades diante de Deus, onde vai ter que prestar contas a Deus de seus dons e responsabilidades que lhe foram impostas.

O reino de Deus exige prioridade do Reino e dedicação dos seus ministros em tempo integral. Esse é o posicionamento da Palavra de Deus concernente a esse assunto.

“Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que viva do evangelho... Mas esmurro o meu corpo e o reduzo á escravidão, para que, tendo pregado aos outros, não venha eu mesmo as ser desqualificado”.

I Corintios

9: 14-27.

Nele em quem somos vocacionados para realizar uma grande obra, o pastorado em  em tempo integral. (Efésios 4:1)

Autor: Pedro Luiz Almeida

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